Quarta, 23 de Agosto de 2017

Blog PMMA

Plano Municipal do Verde do Município de Campinas

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O Plano Municipal do Verde (PMV) configura-se como um documento norteador e unificador, com diretrizes estabelecidas e metas bem delineadas para uma gestão eficaz, eficiente e integrada das Áreas Verdes no município de Campinas.

Assim, o PMV buscará consolidar as ações de conservação e recuperação das Áreas Verdes de Campinas, determinando programas que assegurem as funções básicas destas áreas e beneficiem toda a população campineira.

Considerando a interdisciplinaridade da temática, a necessidade do envolvimento e união dos esforços dos diversos Órgãos ligados direta ou indiretamente às Áreas Verdes, a Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - SVDS coordena a articulação entre estas instituições da administração pública. Assim, foi publicada a Portaria nº 83418/2014 (DOM 25/11/14), que criou o Grupo de Trabalho (GT-PMV), no qual participam representantes do Gabinete do Prefeito e das Secretarias Municipais de Assuntos Jurídicos; Cidadania, Assistência e Inclusão Social; Comunicação; Cultura; Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo; Educação; Esporte e Lazer; Finanças; Habitação; Infraestrutura; Planejamento e Desenvolvimento Urbano; Saúde; Segurança Pública; Serviços Públicos; Urbanismo; EMDEC, Fundação José Pedro de Oliveira e da SANASA.

Para acessar o Plano Municipal do Verde no Município de Campinas clique aqui.

 

Fonte: http://campinas.sp.gov.br/governo/meio-ambiente/plano_municipal_verde.php

20% das plantas no mundo correm risco de extinção, diz pesquisa

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Uma pesquisa divulgada recentemente pelo centro botânico Kew Gardens, de Londres, aponta que cerca de 20% das plantas do mundo correm risco de extinção, ameaçadas principalmente pela agricultura, por conta especialmente da lavoura extensiva. Mas doenças, pesticidas e também as alterações climáticas aparecem como fatores prejudiciais à sobrevivência das mais de 391 mil espécies de plantas analisadas pelos pesquisadores, nesse estudo que foi considerado o primeiro grande censo global da flora.


No Brasil, porém, essa ameaça já é conhecida e confirmada em relevantes publicações como o primeiro “Livro Vermelho da Flora do Brasil”, no final de 2013, pelo Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora), entidade vinculada à Diretoria de Pesquisa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a partir de um estudo com mais de 4 mil espécies nativas. Ao todo, o território brasileiro tem perto de 44 mil tipos de espécies catalogadas. De acordo com o estudo realizado no país, a agricultura extensiva é também a principal responsável pela ação contra a sobrevivência das nossas plantas.


“O Brasil concentra de 11% a 14% da diversidade de plantas do mundo, nosso patrimônio é enorme. Mas é preciso conhecer muito bem e saber cuidar do meio ambiente, compatibilizando a crescente necessidade mundial de alimentos, através da agricultura, com medidas que permitam preservar áreas estratégicas para a conservação da biodiversidade, evitando assim que o desaparecimento progressivo acabe eliminando ou mesmo comprometendo irremediavelmente toda essa nossa riqueza”, diz Iracema Helena Schoenlein-Crusius, membro do CRBio-01 – Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS). Para a Bióloga, os desdobramentos que a pesquisa do centro britânico deve estimular no combate à extinção de algumas espécies pelo mundo podem, além de incentivar ações por aqui, servir como referência para outras ações.


Das espécies analisadas aqui pelo CNCFlora, 45,9% foram classificadas como ameaçadas e enquadradas nas categorias “Vulnerável”, “Em Perigo” e “Criticamente em Perigo”. “É importante lembrar que a elaboração de medidas de recuperação e preservação ambiental depende da avaliação do grau de perda ou do comprometimento da biodiversidade de determinado local. Assim, a necessidade de se conhecer a biodiversidade dos ambientes, preferencialmente antes dos impactos, justifica a relevância das pesquisas básicas em áreas preservadas, pois estas promovem os levantamentos que traduzem o estado da arte da vegetação original dos ecossistemas”, finaliza Iracema.


Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada, Assessoria de Imprensa do CRBio-01

Prefeitura de Teófilo Otoni participou de oficina do Plano Municipal da Mata Atlântica

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O plano é um instrumento de gestão que vai priorizar recursos, permitir captação de recursos do governo federal e servir como instrumento de orientação para que o gestor local tome decisões acertadas quanto à gestão ambiental do nosso município.

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Teófilo Otoni é a primeira cidade da região do Mucuri a elaborar o Plano Municipal da Mata Atlântica – PMMA. Um trabalho conjunto com o Instituto Estadual de Florestas – IEF, Emater e outros parceiros que permitiu, por meio de reuniões com 11 comunidades rurais, fazer um levantamento e diagnosticar áreas remanescentes da Mata Atlântica no município. O objetivo do plano é a preservação, conservação e a recuperação de fragmentos da Mata Atlântica que o município ainda possui. O plano de conservação e preservação da mata busca construir um futuro sustentável para Teófilo Otoni.  O Plano Municipal da Mata Atlântica esta sendo construído em várias fases. A primeira fase diagnóstica consistiu em levantar junto à população, informações da vivência de cada comunidade com o bioma Mata Atlântica, a forma de produção, a infraestrutura que existe no local como saneamento básico, resíduos urbanos, abastecimento de água. Todas essas informações referentes à como essas pessoas estão vivendo nessas comunidades foram registradas em documentos.

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Na reunião que aconteceu nesta terça-feira (24/5), foi o momento de observar todos os aspectos que foram levantados na fase de diagnósticos nessas 11 comunidades onde aconteceram os encontros com os moradores. De acordo Stela Boscov, coordenadora do Projeto Teófilo Otoni Sustentável, um dos parceiros do plano, “agora vamos fazer o planejamento e saber qual a prioridade para cada uma delas e como resolver essas prioridades. Quem vai resolver e quando é que deve ser resolvido. Vamos construir um cronograma para que seja feito o planejamento e observar todas as necessidades com pontos fracos e fortes dessas localidades. Então, vamos para a quarta fase que é a validação do plano para que ele seja agregado ao Plano Diretor do município de Teófilo Otoni e passe a ser uma Lei municipal”. E completou “todo o projeto visa a preservação, conservação e a recuperação de fragmentos de mata que nós ainda temos”. Nas oficinas realizadas nessas comunidades foram selecionados 55 fragmentos de Mata Atlântica para conservar e outros 55 fragmentos para recuperar, dentro do território de Teófilo Otoni. Dentro dessas áreas estão APPs de rios e córregos, áreas formadoras de nascentes e de recursos hídricos.

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Para Janaina Mendonça Pereira, chefe do IEF Regional Nordeste, esse é um instrumento de gestão municipal muito importante para aumentar a qualidade ambiental do município. Com o plano, vai ser possível entender e , visualizar  qual é a cobertura florestal e  como esse bioma está distribuído no município. “Esse será um bioma especial, protegido por lei, então, qualquer procedimento no município, seja de loteamento, de indústria vai precisar observar essa questão do bioma Mata Atlântica. O plano vai trazer onde estão esses fragmentos mais importantes e quais são os prioritários para se conservar, e aquelas áreas que precisam recuperar para produzir água”, afirmou Janaina.

A reunião para validação do Plano Municipal da Mata Atlântica de Teófilo Otoni pelo CODEMA está programada para acontecer no dia 14 de junho próximo com a participação de todos os parceiros e da comunidade.

Fotos: Divulgação / Alan Rodrigues 

Fonte: http://www.teofilootoni.mg.gov.br/site/2016/05/prefeitura-participou-de-oficina-do-plano-municipal-da-mata-atlantica/

 

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